Incógnito no descobrir do que se passa, surgem os maiores desejos que um Homem pode alguma vez almejar. Será de Lamentar a sua eterna sede pelo que já ficou para trás, mas será sempre impressionável a quantidade de coisas que deixamos por fazer e a quantidade de verbos que não empregámos, em detrimento de outras coisas que alcançamos, e que no entanto nos fazem requerer outra situação igual. Será justo pensar que nem sempre sentir é igual a estar, nem estar pressupõe sentir. Quantos de nós lá estivemos e nem demos conta do acaso que foi ter passado ao lado!? Se é que tudo isto tem lados... ou digamos faces.
Hipotético sentido em que não se está presente no momento de uma outra criação poética, no sentido ortogonal dos sentimentos, onde a longitude parece ser um tanto obtusa para estes factos. Ou fatos.
Satiricamente corrigidos pelos nossos outros nós do outro lado do Atlântico, onde muitos anos volvidos, outrora me banhei, em tão gélidas águas, em infâncias que tento largar por circunstancia das dúvidas.
Impregnado com tanta horripilância de outros tempos, em que não havia tanto para lastimar. Nem para esquecer ou para renegar, ou ainda para deturpar com mente capta. Surge um surto de estrabismo quando já não consegue ver claro nem escuro, dá-se determinado ênfase a tudo quando nada se descobre, inclina-se as palavras e os actos nos atos por nós defendidos, ofendidos, desfigurados. "Empregnados".
Disturbios em plena maré alta e viva que nem de mar tem rede, nem sede tem a maré que deixa tudo em areia seca. Esta fina e amarela areia, que outrora em epopeia, sujava o pé pequeno. Pé de guerra em arvoredo azul de mar gigante, sempre reconfortante quando não há conforto nenhum. Surge o lado pessoal do eu. Ou de outro qualquer personagem, que em modo de fadistagem, lá se vai apoderando do negrume de outros povos. Atrozes, feráz e composes.
Indestrutível esta inércia de levantar e erguer. De deteriorar o aflito. De morar o apito, que surge em tempo de falta. Leva alta quem está no dito, fica em falta quem tem o guito, e não paráis tu de desejar isso nem de ser submisso ao que de mais me leva em tempo de guerra.
Oh morte opulenta. Desiste de uma vez. Leva em frente esses três e não mais ouses pousar na minha janela. Pois teu vento não amedronta, tua face não gela, e a mim, ainda falta muito tempo para ela.
Vai-te, sai.
"Moly"
www.myspace.com/milesbassoon
Hipotético sentido em que não se está presente no momento de uma outra criação poética, no sentido ortogonal dos sentimentos, onde a longitude parece ser um tanto obtusa para estes factos. Ou fatos.
Satiricamente corrigidos pelos nossos outros nós do outro lado do Atlântico, onde muitos anos volvidos, outrora me banhei, em tão gélidas águas, em infâncias que tento largar por circunstancia das dúvidas.
Impregnado com tanta horripilância de outros tempos, em que não havia tanto para lastimar. Nem para esquecer ou para renegar, ou ainda para deturpar com mente capta. Surge um surto de estrabismo quando já não consegue ver claro nem escuro, dá-se determinado ênfase a tudo quando nada se descobre, inclina-se as palavras e os actos nos atos por nós defendidos, ofendidos, desfigurados. "Empregnados".
Disturbios em plena maré alta e viva que nem de mar tem rede, nem sede tem a maré que deixa tudo em areia seca. Esta fina e amarela areia, que outrora em epopeia, sujava o pé pequeno. Pé de guerra em arvoredo azul de mar gigante, sempre reconfortante quando não há conforto nenhum. Surge o lado pessoal do eu. Ou de outro qualquer personagem, que em modo de fadistagem, lá se vai apoderando do negrume de outros povos. Atrozes, feráz e composes.
Indestrutível esta inércia de levantar e erguer. De deteriorar o aflito. De morar o apito, que surge em tempo de falta. Leva alta quem está no dito, fica em falta quem tem o guito, e não paráis tu de desejar isso nem de ser submisso ao que de mais me leva em tempo de guerra.
Oh morte opulenta. Desiste de uma vez. Leva em frente esses três e não mais ouses pousar na minha janela. Pois teu vento não amedronta, tua face não gela, e a mim, ainda falta muito tempo para ela.
Vai-te, sai.
"Moly"
www.myspace.com/milesbassoon