Tuesday, September 20, 2005

A felicidade oposta à do "Cú Duro"

A exposição teve o seu efeito. Pensando bem nas coisas sem a cegueira do momento da raiva. Vê-se que o meu objectivo foi atingido. Toda a gente viu. Com bons ou maus modos, toda a gente comentou livremente... Não deu para completar o resultado porque era esperada mais companhia e colaboração. Mas também não era de esperar tanto. Afinal, são poucos os felizes. Não ambicionam a diferença nem a conjugação da população nova. Quando chegarem espero que sejam mais humanos e diferentes, mas que tenham uma forma de ver o mundo mais acessível, ou então, mantem-se tudo como está! Fica tudo na mesma, e hei-de continuar à espera. E, talvez, um dia chegaremos à tão esperada diferença real, porque na teoria já existe... Até lá!? Sofre cão, e não mordas para não levares um pontapé do homem assustado e inseguro que te vê cavalgar em direcção à tua ração!

"Sê feliz a fazer os outros felizes"

Já agora chamam-se a isto pensamentos, e servem para as pessoas que pensam, por isso para os que sabem só ler... há outros blogs.. Obrigado

Saturday, September 10, 2005

Dia do Butterfly FX...


29/agosto/2005

A morte de um conhecido é algo comparável à destroiçao de um dique Holandês.. corre muita água, acontecem cenas de tragédia, mas ao fim de algum tempo controla-se a situação. Tudo passa a ser restaurado e so nos jornais e noticiarios é recordado até cair no esquecimento. Apenas relembrado no seu aniversário, e cada vez com menos dor.
O control da memória e da facilidade de opção em escolher as coisas boas das más nem sempre funciona como nós queremos. E o facto de não nos lembrarmos de um coisa não que dizer que ja a esquecemos. Muitas vezes a negação de factos é a forma mais fácil, do nosso ponto de vista, de criar uma barreira sentimental que nos faz sentir melhor perante o fosso da tragédia. Por momentos sentimos que não é nada connosco, mas a sitiação surge após pouco tempo e com muito mais força.
Aceitação de factos como algo ja premeditado tem vindo a salvar-nos da demência... e acredito que essa é a melhor descoberta do Homem na sua caminha para o homem social e desenvolvido! E será esse o nosso objectivo!? Insensíveis? Superficiais? Sociabilizados numa linha de montagem sem diferentes criações?

A diferença custa atingir! Mas valerá a pena?